VOLTE AO PRIMEIRO AMOR
Quando nada mais fizer sentido, e as dificuldades parecerem maiores do que você pode suportar, lembre-se de que o Senhor é aquele que nos dá forças para prosseguir. O poder de seguirmos adiante vem do verdadeiro Amor. Tudo que fizermos tem uma única razão: O Amor de Cristo em nós deve ser o motivo genuíno do nosso esforço; das lutas e conquistas. No primeiro amor tudo é novidade, lindo e maravilhoso sempre! Não há defeitos, censuras ou críticas. O tempo não pode apagar a chama do amor perfeito. Nem as adversidades, nem os ventos contrários; nada pode enfraquecer as forças de um grande amor. Temos um exemplo no livro de Cantares; a intensidade do amor entre o Noivo com a Sulamita nunca diminuiu. Havia confiança mutua entre os conjugues, não tinham segredo um para o outro. O livro de Cantares é uma alegoria do amor de Cristo por sua igreja.
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Ele nos amou primeiro, se entregou por sua igreja, deu sua vida por cada um de nós; mas como diz o profeta Isaías: “Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum” (Isaías 53:3). Jesus fez tudo por nós, se humilhou, se entregou por amor à sua igreja. Infelizmente a igreja contemporânea esqueceu o seu Noivo. Hoje não se houve mais as mensagens que lembra a volta de Cristo. A Noiva se tornou fria, insensível, adultera; a Noiva perdeu seu amor pelo Noivo. “Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído” (Isaías 29:13).
Quantas adorações fingidas, profissionais de púlpitos opulentos,
líderes mercenários que amam a si próprio e ao dinheiro,
negociantes de almas, desobedientes e falsos. Muitos se tornaram
adoradores da religião e não de Jesus. Em muitas igrejas a religião
tornou-se uma rotina. A igreja que deveria ser de Cristo e esperar a
Sua volta se tornou rotineira quanto à adoração e negligente
quanto ao amor e devoção ao Noivo.
Devemos ser obediente e adorá-lo com sinceridade e honestidade no
coração. Devemos cultivar o amor pelos irmãos afinal somos o corpo
de Cristo. Uma igreja apaixonada ainda ora, sempre adora em espírito
e em verdade. Uma igreja apaixonada não faz negócio com o pecado,
não faz aliança com o mundo, uma igreja apaixonada é sofredora por
amor ao verdadeiro evangelho. Como igreja, somos a Noiva de Cristo e
Ele virá, pode ter certeza, acreditem ou não, Jesus voltará. No
próximo estudo eu apresentarei mais ingredientes interessantes na
história da igreja em Éfeso. Um abraço do pastor e teólogo
Antonio Lourenço.
Extraído do livro: AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE.
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